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cursos a distância

02/05/201210h00

Universidades trocam livros por tablets em cursos a distância

Camila Rodrigues
Do UOL, em São Paulo

  • Leonardo Soares/UOL

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    Anselmo Eduardo Martelini Júnior, 28, cursa pós-graduação e assiste às aulas no tablet

Os livros didáticos impressos já são coisa do passado em cursos de graduação e pós-graduação a distância de universidades particulares. O material em papel vem sendo substituído por dispositivos móveis do tipo tablet. Em uma tela de 10 polegadas, o aluno pode assistir a aulas gravadas ou a videoconferências, ler arquivos em PDF recomendados pelo professor, fazer exercícios e conversar com colegas de turma em fóruns e chats. Com um pouco menos de conforto, todas essas atividades também podem ser realizadas pelo celular.

Se tiver essa opção, você prefere estudar com livros ou com um tablet?


Entre as instituições que adotaram a medida estão a Unip (Universidade Paulista), a ESPM (Escola Superior de Publicidade e Marketing), o Centro Universitário Uniseb, o Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) e o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) de São Paulo.

Há casos em que a escola entrega o dispositivo sem custo adicional para o estudante e, normalmente, o material não precisa ser devolvido após a conclusão do curso, somente em caso de desistência. Outras vezes, a instituição oferece só os livros em PDF e as plataformas de interação.

Investimento em tecnologia

As novas ferramentas exigem que as escolas invistam em tecnologias que adaptem os conteúdos aos meios digitais menores. “Em um dispositivo móvel, você tem uma navegação diferente da do PC. O usuário tem de conseguir fazer o que quer com menos cliques”, explica Bruno Weiblen, gerente da Blackboard no Brasil, empresa especializada nesse tipo de ferramenta, com mais de 300 mil usuários. Segundo ele, as instituições de ensino começaram a investir mais em tecnologia móvel em 2011.

A Unip, por exemplo, não oferece tablet ao estudante, mas verificou que 15 mil dos 55 mil alunos dos cursos de graduação e pós-graduação a distância já usaram alguma aplicação em tablet, desde que o sistema foi implantado, há quatro meses.

Anselmo Eduardo Martelini Júnior, 28, é gerente de projetos de tecnologia e cursa uma pós-graduação chamada EDP de Negociação (programa de desenvolvimento executivo em negociação, em tradução livre), com duração de sete meses. No início, recebeu todo o material didático: um tablet. “Cada módulo tem um mês. Antes de começar cada um deles, você baixa o material, que inclui tanto textos quanto alguns vídeos com especialistas falando sobre o assunto. O conteúdo é sempre atualizado, e você pode assistir a vídeos de especialistas que não vão estar no Brasil”, conta.

Defensores do papel

Na maioria dos casos, os dispositivos eletrônicos são oferecidos como alternativa aos estudantes, mas já há tentativas de acabar com o material impresso. No Uniseb, por exemplo, apenas materiais digitais e um tablet foram entregues aos estudantes no início deste ano. Alguns não gostaram da mudança, como a auxiliar contábil Priscilla Santos Sassone, 24, graduanda no curso a distância de ciências contábeis: “Dá medo de usar na rua e alguém roubar. E, com o livro, eu fico mais a vontade para fazer anotações”.

Priscilla faz parte de uma minoria, de acordo com a entidade. “De 15 mil, apenas 296 optaram pelo material impresso”, informou Jeferson Ferreira Fagundes, pró-reitor de educação a distância da Uniseb. Após as reclamações, a instituição voltará a oferecer o material impresso como opção, desde que o estudante devolva o tablet.
link da notícia: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/05/02/universidades-trocam-livros-por-tablets-em-cursos-a-distancia.htm

Economia de recursos

Os tablets, além de ampliar as possibilidades de estudo do aluno, também oferecem vantagens econômicas às escolas em relação à distribuição do material didático. “Antes, enviávamos livros quatro vezes por ano. Hoje, mandamos um tablet uma única vez, e o aluno carrega o conteúdo pela internet”, conta Fagundes.

“O custo de produção inicial é praticamente o mesmo (design, diagramação e professores). Mas a distribuição do online tem um custo muito menor do que o de impressão e distribuição”, explica Beto Lucena, gestor de produtos da Affero, companhia que também produz tecnologias de ensino móvel. 

A Estácio, instituição de ensino que oferece tablets a estudantes do ensino presencial desde março de 2011, estima que a migração do material didático para o meio digital gere uma economia anual de 6 milhões de páginas impressas.

Atividade física

Corrida em ritmo moderado aumenta expectativa de vida em até seis anos

Estudo apontou que benefício é melhor com até 2,5 horas da prática na semana do que correr em intensidade exagerada

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Correr reduz risco de morte em até 44% (Thinkstock)

Praticar corrida regularmente aumenta a expectativa de vida de homens e mulheres em ao menos cinco anos, concluiu uma nova pesquisa apresentada nesta quinta-feira no encontro anual da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC, na sigla em inglês), em Dublin, na Irlanda. Segundo o estudo, uma maior longevidade pode ser alcançada com entre uma e duas horas e meia da atividade por semana em ritmo lento ou moderado.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Jogging-healthy or hazard?

Onde foi divulgada: encontro anual da Sociedade Europeia de Cardiologia, Irlanda

Quem fez: Peter Schnohr, cardiologista chefe do Estudo do Coração da Cidade de Copenhague

Instituição: Estudo do Coração da Cidade de Copenhague

Dados de amostragem: 20.000 homens e mulheres de 20 a 93 anos

Resultado: Correr de uma a duas horas e meia por semana reduz chances de morte em até 44% em homens em mulheres, além de aumentar em 6,2 e 5,6 anos a expectativa de vida dos sexos masculino e feminino, respectivamente. O benefício é maior quando a atividade é feita com essa frequência e em ritmo leve a moderado

Essa conclusão faz parte do Estudo do Coração da Cidade de Copenhague, um trabalho que vem sendo feito na Dinamarca desde 1976 com mais de 20.000 pessoas com idades entre 20 e 93 anos. Esse levantamento busca aumentar o conhecimento sobre prevenção de doenças cardíacas e também sobre outros problemas, como os de sono e de alergia, por exemplo. Mais de 750 pesquisas já foram publicadas ao longo desses anos a partir de resultados do estudo.

Como explicam os pesquisadores, há diversos trabalhos que sugerem que a corrida pode ser prejudicial para a saúde de adultos e idosos. No entanto, o novo estudo, segundo os próprios autores, ao buscar oferecer uma resposta definitiva ao assunto, concluiu que correr é bom para a saúde e aumenta a longevidade. “A corrida proporciona vários benefícios à saúde: melhora a absorção de oxigênio, aumenta a sensibilidade à insulina, reduz a pressão arterial e melhora as funções cardíaca e respiratória. E a boa notícia é que você não precisa fazer muito para conseguir esses efeitos positivos”, afirma Peter Schnohr, cardiologista chefe do estudo.

A pesquisa — Foram acompanhados, de 1976 a 2003, 1.116 homens e 762 mulheres que costumavam praticar corrida, e suas informações foram comparadas com as do restante dos indivíduos cadastrados no estudo, os quais não costumavam correr. Todos os participantes responderam a questionários sobre a frequência e o ritmo (lento, médio ou rápido) em que corriam. Os dados foram coletados quatro vezes: entre 1976 e 1978; entre 1981 e 1983; entre 1991 e 1994; e de 2001 a 2003.

No período do estudo, 10.158 pessoas que não praticavam corrida e 122 corredores morreram. A análise feita pelos especialistas mostrou que a corrida reduziu em 44% o risco de morte em indivíduos de ambos os sexos e aumentou a expectativa de vida em 6,2 anos entre os homens e em 5,6 anos entre as mulheres. Segundo os pesquisadores, o melhor benefício foi conquistado com a prática de uma a duas horas e meia de corrida por semana, especialmente quando esse tempo foi dividido em três sessões da atividade, em ritmo lento ou moderado, em uma semana. De acordo com os autores do estudo, essa intensidade é caracterizada quando uma pessoa, ao fazer esforço, se sente um pouco ofegante, mas não com muita falta de fôlego.

Segundo o trabalho, essa frequência surtiu efeitos mais positivos do que quando uma pessoa não corria ou realizavam exercícios com frequência e intensidade extremamente intensos. “Essa associação se parece com a estabelecida em relação ao consumo de álcool. Ou seja, o consumo moderado é melhor do que ser abstêmio ou ingerir quantidades excessivas da bebida”, diz  Schnohr .

Link da notícia: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/corrida-em-ritmo-moderado-aumenta-expectativa-de-vida-em-ate-seis-anos--2


http://veja.abril.com.br/noticia/saude/corrida-em-ritmo-moderado-aumenta-expectativa-de-vida-em-ate-seis-anos--2

Mochila nas Costas agora tem regulamentação

24/04/2012 - 19h47

Comissão da Câmara aprova limite de peso para mochila escolar

 

DE BRASÍLIA

O peso de mochila escolar pode ganhar um limite. A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou nesta terça-feira um projeto que proíbe o uso de mochila com peso excessivo. A proposta limita o volume em 15% do peso do estudante.

Inicialmente, o texto analisado em caráter terminativo propunha restrição de 10% do peso do estudante. Se não for apresentado recurso para votação em plenário, ele deve seguir para análise do Senado.

Autor do projeto, o deputado Sandes Júnior (PP-GO) argumentou que, segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia, a principal causa de problemas de coluna vertebral dos adultos ocorrem na adolescência por conta do peso excessivo da mochila escolar. Lei semelhante, embora sem a indicação de peso, foi aprovada pelos vereadores da cidade de São Paulo.

A proposta determina que a aferição do peso do aluno deverá ser feita mediante declaração escrita por ele próprio, quando no ensino médio; ou por seus pais ou responsáveis, quando em creches, pré-escola ou ensino fundamental.

O governo deverá promover campanha educativa sobre o peso máximo aconselhável do material escolar a ser transportado.

Link da notícia: http://www1.folha.uol.com.br/saber/1080952-comissao-da-camara-aprova-limite-de-peso-para-mochila-escolar.shtml

avaliação de educação fisica

3) o filme mostra que muitas pessoas deixam se influenciar por propagandas, e com isso só comem esses alimentos onde podem acabar prejudicando o desenvolvimento do corpo

4)doces tem muito açucar e muitas pessoas vão pela cor e pelo sabor sem nem saber do que foi feito e se é bom, refrigerante tem muito açucar e nenhum nutriente, batata frita muita gordura e puro sal

5) Qual a porcentagem de  refeições que são feitas fora de casa?
resposta ; mais de 40 porcento fazem as refeições fora de casa

Ana Caroline P.Soares     1G

Prova de educação Fisica Ezequiel 1ºG

3) O filme mostra a realidade das pessoas q comem em lanchonetes como Mc Donalds e outros.
É muito bom para orientar os jovens e ate os adultos a se alimentarem mais corretamente.

4)Salgados em lanchonetes no centro da cidade, que possuem a cima de tudo gordura em excesso, lanches em lanchonetes, vc pede um x-bacon e ele vem carregado com muita gordura e acima de tudo grande chance de Colesterol.

5)Qual é a quantidade de calorias que o corpo prescisa consumir diariamente?
R: Em torno de 2000 e 2500 calorias. e um lanche do Mc Donalds possui quase 700 calorias e muita gordura.

Leonardo Rodrigues Marques Nº 25 1ºG