Posterous theme by Cory Watilo

Material para consulta da Avaliação do 2 bimestre

No ritmo certo - Revista Veja / Nacional
Fórmula de controle dos batimentos cardíacos usada como padrão no esporte está superada 

Não há esportista ou freqüentador de academia que desconheça uma das regras da boa forma mais difundidas na última década: exercício só não basta. Para atingir algum resultado, seja perder peso, melhorar o sistema cardiovascular ou virar atleta de elite, é necessário estar atento aos chamados do coração. Contar quantas vezes o órgão bate por minuto e relacionar o resultado com a idade não só evita infartos fulminantes como é uma das poucas maneiras fáceis e eficientes de diferenciar uma caminhada vigorosa de um passeio no bosque. Até aí, nada de novo para quem faz da atividade física uma rotina. Todos os templos de malhação têm impressa em aparelhos ergométricos a fórmula para calcular a freqüência cardíaca máxima, índice que permite achar as zonas ideais de treinamento. Basta subtrair a idade de 220. Depois, é só adequar o número final aos seguintes padrões: quem quer ativar o sistema cardiovascular deve manter a freqüência cardíaca entre 70% e 85% da máxima; quem quer perder peso deve ficar entre 55% e 70%. A novidade: o cálculo acima, há mais de três décadas tido como padrão de boa conduta esportiva em centros de fitness de todo o mundo, está superado. 

Num estudo publicado recentemente, pesquisadores da Universidade do Colorado afirmam que o cálculo não deve ser usado para estabelecer a faixa de segurança da freqüência cardíaca. Quem segue a fórmula clássica pode errar de duas maneiras. Os mais jovens acabam se exercitando além de seus limites, colocando em risco músculos, articulações e coração. Já as pessoas acima dos 50 anos se exercitam abaixo de seu potencial. Ou seja, gastam sola de tênis em horas de esteira sem nenhum benefício coronário, exatamente o que os que estão nessa faixa etária mais procuram. O cálculo para achar a freqüência cardíaca máxima da população média foi rascunhado nos anos 50 pelo cientista americano M.J. Kavornnen e refeito pelos fisiologistas Samuel Fox e William Haskell em 1967. É a primeira vez que ele é questionado de forma tão aberta. Para chegar às novas conclusões, os fisiologistas do Colorado fizeram nada menos que 351 estudos com 492 grupos. Ao todo, 18.712 pessoas, com idade entre 18 e 81 anos, foram avaliadas. Na pesquisa realizada em 1967, não havia um indivíduo sequer que tivesse mais de 60 anos. Encabeçada pelos médicos Douglas Seals e Hirofumi Tanaka, a nova teoria ganhou reputação ao ser publicada no Journal of the American College of Cardiology. 

Haskell e Fox desenharam sua fórmula apoiados num conceito simples. Depois de avaliar a freqüência em repouso e durante exercícios de pessoas das mais variadas idades, chegaram à conclusão de que a cada ano de vida o ser humano perdia um batimento cardíaco por minuto. Não é por acaso, portanto, que o número 220 é a base da fórmula. Ele representa o total de batimentos do coração de um recém-nascido. Subtraindo-se a idade do número se chegaria então ao valor mágico que poderia orientar as atividades físicas. O novo estudo da Universidade do Colorado submeteu os pacientes avaliados a extenuantes testes em esteira realizados em laboratório. Tomou-se o cuidado de excluir do grupo fumantes e pessoas com distúrbios do coração, para não haver erros. Depois de tanta cautela, a fórmula encontrada para achar a freqüência cardíaca máxima foi multiplicar a idade por 0,7 e subtraí-la de 208. 

O novo cálculo pode não significar nada para a maioria das pessoas e afugentar os que odeiam matemática, mas exemplos simples revelam o que ele representa no dia-a-dia. Pela fórmula antiga, um homem saudável, com seus 70 anos, poderia exercitar-se a no máximo 150 batimentos cardíacos. Pelo novo cálculo, ele pode chegar a 159. Um homem de 80 anos teria sua freqüência máxima alterada de 140 para 152. Com um jovem de 20 anos ocorre o contrário. Se se levar em consideração o padrão antigo, pode atingir os 200 batimentos, enquanto a nova fórmula propõe 194. 

A diferença de batimentos por minuto, apesar de pequena, é significativa. Quando o coração é levado a se esforçar mais do que o suportável, bate tão rápido que não tem tempo de se recuperar entre uma contração e outra. Isso pode acarretar falta de fluxo sanguíneo no miocárdio, a camada mais espessa da parede do órgão. Trata-se de uma agressão poderosa, que pode resultar numa arritmia passageira para quem é saudável ou até num infarto agudo em pessoas debilitadas por hipertensão, diabetes ou outras doenças do coração. "Esses poucos batimentos para mais ou para menos representam riscos sérios, até morte em casos patológicos", diz o professor de fisiologia da Universidade Federal de São Paulo Turíbio Leite de Barros Neto. Ele ressalta que na fórmula padrão já está embutida uma margem de segurança, que contribui, em alguns casos, apenas para piorar a situação. A freqüência máxima encontrada pode variar dez batimentos a mais ou a menos. "Um jovem de 33 anos que, usando a forma simplificada, acha o número 187 pode se meter numa enrascada se sua máxima real for 177", diz Turíbio Leite. Ele coordena uma pesquisa semelhante a ser publicada em junho e chegou a resultados próximos dos encontrados pelos cientistas do Colorado. Três mil brasileiros estão sendo avaliados desde 1994. Dos que praticam exercícios cinco vezes por semana e têm idade entre 20 e 29 anos, 71% superestimam seu potencial cardíaco. Entre a população com idade de 60 a 69 anos, 91% trabalham aquém de suas possibilidades. O mesmo ocorre com indivíduos na faixa dos 50 a 59 anos: 60% deles exercitam-se abaixo de seu potencial. 

Estudos como o da Universidade do Colorado e do fisiologista brasileiro têm uma outra utilidade, além de sugerirem uma fórmula mais exata para descobrir a freqüência cardíaca. Esse subproduto é justamente a busca de uma orientação individualizada. "Qualquer fórmula generalizante está muito longe da ideal", diz o médico esportivo Renato Lotufo, hoje responsável pela preparação do time do Corinthians. Achar uma fórmula de freqüência cardíaca que responda com segurança à média da população é um desafio para os fisiologistas. É uma das únicas formas viáveis de atingir um grande público e evitar disparates. Justamente o princípio que manteve o cálculo de Haskell válido até agora. "Quem lida com atividade física precisa afastar os desavisados de um perigo iminente. Entre a fórmula de Haskell e nada, é melhor a primeira opção", diz o personal trainer Roberto Toscano, especializado em fisiologia do exercício. Ele conta que a fórmula de Haskell tornou-se popular em 1985. Era a época da ginástica aeróbica e muitas pessoas se deixavam embalar pela música e pela coreografia das aulas, elevando seu ritmo cardíaco a níveis taquicárdicos sem ter noção do que estavam fazendo. "Por ser simples e fácil, ela trouxe resultados e continua orientando muitas pessoas." 


Na tentativa de amenizar as imprecisões das fórmulas generalizadas que os médicos insistem em descobrir, uma corrente da fisiologia se utiliza de outro recurso: relaciona a freqüência máxima com outro valor referente aos batimentos cardíacos. A idéia é simples. Não importa somente o limite cardíaco, mas em quanto tempo o organismo se recupera. Uma pesquisa feita pela Cleveland Clinic, nos Estados Unidos, mostrou que, em uma pessoa comum, os batimentos devem cair vinte pontos após um minuto de repouso. Nos atletas, o número deve beirar os cinqüenta. Os pesquisadores chegam a afirmar que pessoas que diminuem apenas doze batimentos cardíacos nessas condições sofrem quatro vezes mais riscos de morte por problemas no coração nos próximos seis anos em comparação às que diminuem treze ou mais pontos. Médicos brasileiros discordam em parte das afirmativas. "A recuperação é extremamente importante, mas extrair dessa medição um diagnóstico cardíaco é chute", diz o fisiologista Lotufo. Um dos poucos testes que podem informar fielmente a quantas anda seu coração tem um nome tão complicado quanto a fórmula recentemente prescrita: VO2 max. Ele verifica o volume máximo do oxigênio consumido pelo organismo a cada minuto, que é proporcional ao peso do corpo e depende da capacidade de bombeamento do coração. Só que para fazê-lo é necessário tempo, dinheiro e disposição. 

Enquanto os testes personalizados não se tornam populares e pesquisadores não chegam a um acordo, o melhor é deixar prevalecer o bom senso. "Estudos sobre preparo físico estão sujeitos a mudanças e servem para orientar as pessoas a achar a fórmula mais adequada a seu biotipo e modo de vida", disse a VEJA William Haskell, criador da fórmula mundialmente conhecida. "Não a idealizamos para doentes ou atletas. Aliás, nunca dissemos que era verdade absoluta", comenta Haskell, que disse ter assistido atônito à transformação de seu estudo num dogma. Realmente não há como negar que sua fórmula cumpriu um papel. Desde que a tabela passou a ilustrar as academias de ginástica, as pessoas começaram a se preocupar com algo mais do que a largura das passadas. Nos últimos dois anos, praticantes de atividade física em todo o país passaram a adornar o tórax com os freqüencímetros, aparelhos que informam com precisão o número de batidas do coração. A venda desses equipamentos pulou de dez unidades ao mês em 1994, quando chegaram ao Brasil, para 250 numa única loja de São Paulo. Sozinhos eles ajudam pouco. Cada esportista deve, com a ajuda de seu médico, encontrar sua faixa de segurança de freqüência cardíaca.
09/05/2001 00:00

http://dgi.unifesp.br/sites/comunicacao/index.php?c=Noticia&m=ler&cod=4695e005 acessado em 12/06/12

Questões para a Avaliação

Questões para prova de Educação Física - 1D, 1E, 1F, 1G.

Prof. Salgado

Questão 1

 Para fazer o cálculo do IMC basta dividir seu peso em quilogramas pela altura ao quadrado (em metros). O número que será gerado deve ser comparado aos valores da tabela IMC para se saber se você está abaixo, em seu peso ideal ou acima do peso.

Por exemplo, se você pesa 60Kg e mede 1,67m, você deve utilizar a seguinte fórmula para calcular o IMC:

IMC = 60 ÷ 1,67²
IMC = 60 ÷ 2,78
IMC =
 21,5

IMC é sigla de Índice de Massa Corpórea, uma medida para se determinar se uma pessoa está abaixo, em seu peso ideal, ou acima do peso

Tabela IMC

Cálculo IMC

Situação

Abaixo de 18,5

Você está abaixo do peso ideal

Entre 18,5 e 24,9

Parabéns — você está em seu peso normal!

Entre 25,0 e 29,9

Você está acima de seu peso (sobrepeso)

Entre 30,0 e 34,9

Obesidade grau I

Entre 35,0 e 39,9

Obesidade grau II

40,0 e acima

Obesidade grau III

Faça o cálculo do seu deixando por escrito como vc organizou o cáculo:

Questão 2

 Para atingir algum resulto, seja perder peso, melhorar o sistema cardiovascular, ou virar atleta de elite, é necessário estar atento aos chamados do coração.  Contar quantas vezes o órgão bate por minuto e relacionar o resultado com a idade não só evita infartos fulminantes como é uma das poucas maneiras fáceis e eficientes de diferenciar uma caminhada vigorosa de um passeio no shopping.

                    O gráfico abaixo representa a fórmula antiga e a novo de calcular as zonas ideais para de treinamento. calcule qual seria a sua faixa e justifique por ambas as fórmulas

Clip_image002

fórmula nova: 208- (0,7 x a idade)

fórmula antiga: 220-idade


Questão 3

Garoto morre em academia de musculação em São Paulo 
Link da notícia:
http://www1.folha.uol.com.br/fol/geral/gx029757.htm
Agência Folha 04/07/97 18h00 
De São Paulo 

O estudante Rogério Bensi, 15, morreu após um halteres com 50 kg cair em seu pescoço durante uma sessão de musculação. O acidente ocorreu na manhã desta sexta na academia Bodyshaping, na rua Artur de Azevedo, em Pinheiros (zona oeste de São Paulo). 

Rogério estava deitado em uma maca, fazendo exercícios de supino (levantando o peso na altura do pescoço). Segundo o instrutor Luiz Augusto Protto, o garoto passou mal e soltou o halteres. Protto tirou o halteres do corpo do estudante e tentou reanimá-lo, sem sucesso. 

De acordo com o instrutor, a queda do halteres fraturou o pescoço do estudante, provocando a sua morte. O comerciante Luiz Alfredo Bensi, pai de Rogério, descartou qualquer culpa da academia na morte de seu filho. ''Foi uma fatalidade'', afirmou. 


Essa notícia de jornal de 1997, embora antiga nos deixa em alerta para um erro muito comum que cometemos.  Comente , (consultando o texto de apoio ) o texto e sobre possíveis causas do acidente, com apoio nas conversas das aulas anteriores.

Questão 4

A procura cada vez mais freqüente e mais precoce, por parte dos jovens de um corpo esteticamente adequado bem como os meios abusivos que usam para atingir seus objetivos tem gerado uma realidade preocupante. As exigências da sociedade capitalista e consumista, reforçada pelos meios de comunicação, exercem uma pressão no sentido de que os jovens sigam os padrões de beleza impostos pela mídia. As academias de ginástica e musculação tem espaço de desenvolvimento desse estetismo cultural que marca a sociedade de consumo contemporânea. A sociedade estabelece esses padrões a partir dos mecanismos da chamada Indústria Cultural que expõem ideais de imagens advindas  d e   g r a n d e s   i n s t r ume n t o s  mi d i á t i c o s ,   t a i s   c omo   o   c i n ema  hollywoodiano, as mega redes de televisão por assinatura, as corporações editoriais etc. É bastante comum, nesses formadores de opinião, os principais protagonistas exibirem corpos musculosos, definidos, modelados, quase artificiais, revelando o que aparenta ser um novo eugenismo. De fato, o corpo se torna objeto de uma série de determinações próprias da sociedade de base industrial que nem sempre são dadas a perceber, principalmente porque o corpo além de objeto é também sujeito. Para uma  compreensão do corpo e os mecanismos que o constituem é necessário considerar as experiências e vivências estabelecidas nas relações consigo próprio, com os outros e com o mundo.

Texto: A estética do corpo em tempos de mercadorização das formas físicas, disponível em:

http://seer.ucg.br/index.php/estudos/article/viewFile/1173/816

Lendo o texto acima você poderia combater a  afirmação de que o corpo não é visto como uma mercadoria? Sim ou não, explique..

Questão 5

 No filme "Super Sizeme - a Dieta do Palhaço" trata sobre quais assuntos relacionados à atividade física? (comente o que vc percebeu no trecho inicial do filme).

Boa Prova..

Questão 6

Elabore uma questão do filme e responda (ambas, pergunta e resposta serão avaliadas)

Material para consulta da Avaliação

Malhar em jejum ou passar mais de quatro horas sem comer engorda

Nutricionista desvenda sete mitos sobre a mania de ficar em jejum

POR MINHA VIDA - PUBLICADO EM 26/06/2008


Se você é do time que pensa no jejum como alternativa poderosa contra os quilos extras, saiba que está embarcando numa roubada. Deixar de comer compromete uma série de funções vitais e não ajuda em nada na dieta , afirma a nutricionista do Minha Vida, Karina Gallerani. Isso porque o jejum prejudica o metabolismo (conjunto de transformações que as substâncias químicas do alimento sofrem em nosso organismo). E são essas reações que permitem a célula transformar os alimentos ingeridos em energia.

A quantidade de calorias ou energia gasta durante o repouso (usada pelo corpo para fazer para funcionar órgãos como coração, cérebro, pulmões e intestino) é chamado de metabolismo basal. O metabolismo basal pode variar de acordo com a composição corporal de cada pessoa, assim como a idade, sexo e prática de atividades físicas. Mas o jejum prolongado tende a diminuir esse metabolismo, interferindo no gasto de energia , diz Karina.

Para entender melhor as conseqüência de ficar muito tempo sem comer, confira a lista de mitos que a especialista desvenda abaixo. Ela revela o intervalo ideal entre uma refeição e outra, explica a relação entre estômago vazio e mau hálito e alerta para os perigos de ficar, diariamente, sem tomar café-da-manhã.

1. Fazendo exercícios em jejum, emagreço mais rápido. 
Falso. Durante a execução dos exercícios físicos, se você estiver em jejum, seu nível de glicose no sangue pode estar muito baixo (hipoglicemia). Então, seu organismo vai passar a consumir proteínas. Você perde massa magra (músculos), diminui seu
 metabolismo e acaba ficando mais fraco. A performance cai e o desgaste físico e emocional aumenta. Em condições normais, com alimentação equilibrada, o organismo consegue manter este equilíbrio interno. No entanto, a o jejum prolongado pode comprometer esse balanço energético. 

2. Ficar muito tempo sem comer deixa o metabolismo mais lento. Verdade. Depois de muito tempo sem comer, o metabolismo passa a funcionar mais lentamente, como tentativa de economizar energia. Como conseqüência, na próxima refeição, a tendência é acumular mais gordura. O ideal é não ficar sem comer por mais de 4 horas, distribuindo as refeições durante o dia. 

3. O jejum acelera os resultados da dieta. 
Falso. As pessoas normalmente relacionam a dieta como algo muito restritivo, acreditando erroneamente que a reeducação alimentar proibirá o consumo de certos alimentos. Embora uma boa alimentação possa ter certas limitações, não há proibições absolutas. 

4. Ficar em jejum causa dor de cabeça. 
Verdade. O cérebro não tem qualquer reserva energética e por isso, independente do estado nutricional é necessário que haja um suprimento de glicose, provenientes principalmente de alimentos fontes de carboidratos para este tecido. Situações de hipoglicemia, por exemplo, onde ocorre uma redução dos níveis de glicose sanguínea, podem acarretar perturbações no funcionamento do sistema nervoso central, que vão desde cefaléia, incoordenação de fala e motora, até alterações no eletroencefalograma e coma. 

5. Ficar três horas sem comer não prejudica o organismo. 
Verdade. Períodos curtos de jejum (de uma a três horas sem comer) não acarretam problemas. Esse é o tempo médio que o organismo leva para realizar a digestão e conseqüente absorção dos alimentos. Mas pessoas com tendência a hipoglicemia devem se alimentar a cada duas horas. Do contrário, podem surgir sintomas como visão turva, cefaléias, enjôos, vômitos, tremores.
 

6. Pular o café-da-manhã diminui a capacidade raciocínio. Verdade. Jejuns superiores a quatro horas podem resultar em lentidão dos movimentos, raciocínio confuso, perda de memória, dores musculares e de cabeça, tontura e até mesmo desmaios em alguns casos mais graves. Quem persiste em tornar o almoço a primeira refeição do dia, está expondo o organismo a mais de doze horas em jejum. Esse estado metabólico também pode favorecer consideravelmente o aparecimento de infecções já que o organismo está fraco devido a falta de nutrientes. 

7. Ficar em jejum durante o dia causa mau hálito 
Verdade. A presença do mau hálito, decorrente da acidose metabólica (excesso de acidez no sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de carboidratos) é decorrente a jejuns superiores a seis horas. Esta característica é bem comum em pacientes com
 diabetes. Os mecanismos de compensação realizados pelo organismo em situações de acidose é uma respiração mais profunda e rápida: o organismo tenta livrar o sangue do excesso de ácido reduzindo a quantidade de dióxido de carbono. Os rins tentam excretam mais ácido na urina. Quando estes dois mecanismos não conseguem estabelecer a homeostase e o corpo continua a produzir ácido em demasia, instala-se um quadro de acidose grave e, em última instância, o coma.

Link: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/2736-malhar-em-jejum-ou-passar-mais-de-quatro-horas-sem-comer-engorda acessado em 12/06/12

Censo do Universitário

Universitário "padrão" é mulher e estuda à noite, mostra Censo; UOL acompanha dia de aluna


Ana Carolina Cabrelli, 21, acorda todos os dias às 6h da manhã para ir ao trabalho. Depois de uma hora dentro do transporte público de São Paulo, ela chega à fábrica onde faz estágio. O dia dela, no entanto, só termina por volta das 23h30, depois que ela volta da faculdade particular onde cursa nutrição....

leia mais em: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/05/27/universitario-padrao-e-mulher-e-estuda-a-noite-mostra-censo-uol-acompanha-dia-de-aluna.htm

ENEM

Inscrições para o Enem 2012 começam nesta segunda-feira

As inscrições para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012 estão previstas para começar às 10h desta segunda-feira (28), pelo site do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais). A taxa é de R$ 35 e alunos de escolas públicas estão isentos. Os candidatos terão até as 23h59 do dia 15 de junho para se inscrever.
As mudanças nesta edição dizem respeito, principalmente, à correção da redação: a nota mínima que autoriza uma nova avaliação do texto foi reduzida e se criou a figura da banca de avaliadores. Além disso,será possível ver a redação corrigida, porém, sem possibilidade de recurso por parte do estudante. O ministério também anunciou que vai divulgar, em julho, o "Guia do Participante", com exemplos de redação "de excelência" e explicações sobre a metodologia da correção.

Link da reportagem: http://educacao.uol.com.br/noticias/2012/05/28/inscricoes-para-o-enem-2012-comecam-nesta-segunda-feira.htm

não é mole, não...

12/05/2012 07h00 - Atualizado em 12/05/2012 07h00

Veja lista com suspensões curiosas aplicadas




por escolas nos EUA


Na Flórida, adolescente foi suspenso por abraçar colega.
Em Illinois, estudante foi punido porque usou terço na escola.

Do G1, em São PauloNa semana passada, o menino americano D'Avonte Meadows
, de 6 anos, foi suspenso na escola primária em que estuda em Aurora, no estado do Colorado (EUA), porque cantou "eu sou sexy e sei disso", trecho de uma canção do grupo de rap LMFAO, para uma colega. Abaixo, o G1 lista esse e outros casos de suspensões polêmicas ocorridas nos EUA.

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D'Avonte Meadows foi suspenso por cantar 'Eu sou sexy e sei disso' para colega. (Foto: Reprodução)
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Em janeiro deste ano o adolescente J.T. Gaskins, de 17 anos, foi suspenso por uma escola de Burton, no estado de Michigan (EUA), depois que decidiu deixar seu cabelo crescer para poder doá-lo para uma instituição de caridade. (Foto: Reprodução)
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No ano passado, um adolescente de 14 anos foi suspenso em uma escola pública em Palm Bay, no estado da Flórida (EUA), porque deu um abraço em uma colega. Nick Martinez foi suspenso por exposição pública de afeto. (Foto: Reprodução)
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Em dezembro de 2011, um aluno de 9 anos de idade foi suspenso em uma escola de primária de Gastonia, no estado da Carolina do Norte (EUA), porque disse que uma professora era ‘bonitinha’. Emanyea Lockett foi suspenso por dois dias. (Foto: Reprodução)
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Em março de 2011, o estudante Rodrigo Avila foi suspenso por cinco dias em uma escola em Collinsville, no estado de Illinois (EUA), porque foi para a aula usando um terço. (Foto: Reprodução)
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Em fevereiro deste ano, o menino Lenny Boberg, de 9 anos, foi suspenso em uma escola primária em Winona, no estado de Minnesota (EUA), depois de imitar o famoso gesto de Michael Jackson e colocar a mão na virilha enquanto interpretava a canção 'Billie Jean'. (Foto: Reprodução)